As paredes desta casa de loucos engolem-me. Não me sinto. nem mesmo que me dessem sentimentos de borla, os aceitava. Hoje apetece-me sem me apetecer. Voltar ao que era. Sozinha, no silêncio da noite mas observo os meus ombros e sinto tanto peso... E, sem me sentir capaz de largar esse peso. carrego-o com toda a força mesmo que me escarne a pele. Os nervos não deixam parar os tremores do meu corpo. Todo o frio acumulado lá fora, ainda está mais intenso nos meus cantos. Apetece-me partir tudo. A louça da minha cozinha e a louça da cozinha dos outros. Bebo as minhas realidades como se não tivesse água disponivel mas acordo e sinto que é veneno. Desfaz-me os sentidos. Este filha da p*ta deste karma que não me larga. 
Ou, não será, porque o que é não tem nome. Que incógnita de pessoas são estas com quem vivo ?