(..) o meu coração palpita, forte, quase que empurra os ossos , ai ossos deve ser a única coisa que me resta, no fim deste meu meio mundo sim porque perdi o resto aos meus sete anos, é nunca , nem quero ultrapassar o teu pesar de morte em mim , eras meu avo, parte de mim, cresci na tua sabedoria, ai como cresci, e cresço mas já sem ti, como pudeste, como foste capaz, sou tua neta caramba, volta, agarra-me e deixa-me no teu colo, sim porque é isso que necessito de ti , mas só de ti agora... (..)